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Câmara Municipal de Matão
Estado de São Paulo

Amauri Squisatti ganha fotografia na Câmara

Iniciativa da homenagem é do presidente da Casa, Cidinho


Por iniciativa do presidente da Casa, Aparecido do Carmo de Souza (Cidinho), a Câmara Municipal de Matão realizou a entronização da fotografia de Amauri Squisatti na noite da segunda-feira (19). A foto fica no saguão da entrada, onde está a placa que denomina a sede do Legislativo de 'Palácio Amauri Squisatti', homenagem solicitada por Cidinho, que também atribuiu o nome do ex-vereador a uma Rua no Bairro Nova Cidade.
Compareceram ex-vereadores como Neto Bozelli, Jonas Garcia, Oswaldo Vanin, José Guilherme Monteiro de Castro, amigos, familiares. O Ato Solene teve a participação do prefeito Adauto Scardoelli, do vice Luizinho Pedro Antonio, monsenhor Amador Romão, Manoel Araújo Sobrinho (chefe de Gabinete da Prefeitura Municipal de Araraquara, representando o prefeito Edinho Silva) e Joaquim da Silva (presidente do Sindicato da Alimentação).
HISTÓRICO
Amauri Aparecido Squisatti nasceu aos 9 de janeiro de 1966, em São Paulo. Seus pais, Orlando e Rosa Fonseca Squisatti (ambos naturais de Matão), tiveram mais três filhos: Benedito Aparecido, Rosana Aparecida e Sueli Aparecida. Orlando, homem de origem humilde, desempenhou serviço de lavrador em fazendas da região até 1961, quando foi em busca de dias melhores na Capital, onde permaneceu por mais de uma década trabalhando como operário. Dona Rosa lidou com a terra ao lado do esposo e de seus familiares.
Quando a família retornou para Matão, Amauri estava com oito anos de idade. Passou infância e adolescência na chácara da Família Gardini, localizada no Bairro Alto. Seus amigos mais próximos eram os filhos das famílias que residiam na Chácara da 'Rua da Vicentina' ou 'Rua da Bucharia' (Coronel Leão Pio de Freitas). Concluiu o Fundamental na EE 'Chlorita de Oliveira Penteado Martins', cursando o Médio na EE 'Henrique Morato'.
Sua trajetória foi muito breve, em proporção à sua alegria, entusiasmo de viver e sua maior virtude, a religiosidade, numa prática do firme propósito de interação 'fé e vida', condição que permitiu Amauri unir outros companheiros de caminhada na luta na organização do povo nas comunidades, nos bairros e nas fábricas.
"Onde alguém clamava por justiça social, lá estava o jovem irmão e companheiro, com todo o seu dinamismo, coragem e até ousadia. Às vezes, Amauri enfrentou o desafio de não ser entendido por alguns que jamais aceitavam 'os debaixo', incomodando estruturas que deveriam ser questionadas", lembra Cidinho.
Para Cidinho, Amauri sempre entendeu que para o bem da classe trabalhadora seria de fundamental importância a conquista dos instrumentos legais para a luta. Por essas razões, torna-se sindicalista na categoria das indústrias da alimentação e constrói um movimento sindical de luta em nossa cidade, somando ao Sindicato dos Metalúrgicos.
No campo de política partidária, as lutas anteriores o credenciaram a se identificar com o PT, tornando-se uma das personalidades mais expressivas do partido. Elegeu-se vereador nas eleições de 15 de novembro de 1988, sendo o candidato mais votado dentro da legenda do PT. Ficou no Legislativo entre 1 de janeiro de 1989 a 15 de setembro de 1990. Vítima de acidente automobilístico, faleceu no dia 16 de setembro de 1990, após ficar seis dias na UTI. O acidente ocorreu no dia 10 de setembro, às 17h30.
Amauri foi casado com Maria Helena Ferraz. "Ele celebrou compromisso com pobres, trabalhadores, moradores da periferia, estudantes e assentados do Horto Florestal de Silvânia", relata Cidinho. "No coração daqueles que tiveram a felicidade de conviver com ele, Amauri deixou um legado de exemplos e de benfeitorias; o saudosismo que nos impregna a alma quando relembramos os seus feitos, significa a maior obra que ele deixou", comenta Cidinho.


O prefeito Adauto Scardoelli, Rosa, Orlando e Cidinho: entronização da fotografia de Amauri


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